A
coletivização pelo alto de Stalin, em 1930, foi, como já expliquei
,um ato muito parecido com a formação dos estados-nacionais no
ocidente.
Contudo
no ocidente com a formação deste estado/nacional , em alguns
lugares (não em todos, Portugal e Espanha fizeram uma repressão
extrema)se manteve uma certa liberdade criativa.
A
coletivização forçada teve que ser secundada por atividades
criativas e livres, porque a sufocação da sociedade é impossível.
Neste
periodo, da coletivização, que vai de 1928 até 1932, Stalin tomou
uma série de medidas “libertárias”, assim como tinha
acontecido, guardadas as devidas proporções, nos páises do
ocidente, principalmente os referidos páises, que fizeram a sua
nação a partir do estado.
Estas
medidas consistiram em chamar novamente os intelectuais, garantir um
pouco de liberdade. Isto era tudo controlado e em grande parte falso,
porque só valia a fachada para o público e às vezes para os
próprios artistas. Gorky demonstrou ser muito ingênuo quanto às
intenções de Stalin.
Mas
no final de contas esta coletivização é feita a partir do estado,
que passa a permear como nunca permeara antes , a sociedade toda, no
fenômeno politico conhecido como “totalitarismo”, que alguns
teóricos atuais consideram semelhante ao do absolutismo monárquico.
Mas
o fato é que ela organiza a sociedade dentro de um igualitarismo
altamente útil para o governo. E inútil para a criação.
É
uma versão politica do cristianismo católico em que todo mundo deve
ser igual, não levantando a cabeça de modo nenhum.
Forma-se
numa sociedade assim , o ressentimento e a inveja, que carimbam de
culpa aquele que busca se destacar.
Então
nós temos um país em que ninguém larga de ninguém, ninguém deixa
de lado os costumes e os arranjos familiares para manter o estado das
coisas.
A
coletivização pelo alto de Stalin, em 1930, foi, como já expliquei
,um ato muito parecido com a formação dos estados-nacionais no
ocidente.
Contudo
no ocidente com a formação deste estado/nacional , em alguns
lugares (não em todos, Portugal e Espanha fizeram uma repressão
extrema)se manteve uma certa liberdade criativa.
A
coletivização forçada teve que ser secundada por atividades
criativas e livres, porque a sufocação da sociedade é impossível.
Neste
periodo, da coletivização, que vai de 1928 até 1932, Stalin tomou
uma série de medidas “libertárias”, assim como tinha
acontecido, guardadas as devidas proporções, nos páises do
ocidente, principalmente os referidos páises, que fizeram a sua
nação a partir do estado.
Estas
medidas consistiram em chamar novamente os intelectuais, garantir um
pouco de liberdade. Isto era tudo controlado e em grande parte falso,
porque só valia a fachada para o público e às vezes para os
próprios artistas. Gorky demonstrou ser muito ingênuo quanto às
intenções de Stalin.
Mas
no final de contas esta coletivização é feita a partir do estado,
que passa a permear como nunca permeara antes , a sociedade toda, no
fenômeno politico conhecido como “totalitarismo”, que alguns
teóricos atuais consideram semelhante ao do absolutismo monárquico.
Mas
o fato é que ela organiza a sociedade dentro de um igualitarismo
altamente útil para o governo. E inútil para a criação.
É
uma versão politica do cristianismo católico em que todo mundo deve
ser igual, não levantando a cabeça de modo nenhum.
Forma-se
numa sociedade assim , o ressentimento e a inveja, que carimbam de
culpa aquele que busca se destacar.
Então
nós temos um país em que ninguém larga de ninguém, ninguém deixa
de lado os costumes e os arranjos familiares para manter o estado das
coisas.